sábado, 13 de fevereiro de 2010

Formspring.me

Queridos leitores, esse ano irei prestar vestibular e portanto terei pouquíssimo tempo para me dedicar a coisas que não sejam estudar. Assim, provavelmente quase nunca conseguirei postar aqui no blog. Para não deixar vocês na mão, criei um formspring para que possam tirar qualquer dúvida que surja sobre ballet! Fiquem a vontade para perguntar e darei meu máximo para encontrar todas as respostas que precisarem!
Obrigada pela compreensão, e beijinhos para todos!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Faixas elásticas

Theraband, ou faixas elásticas, são geralmente utilizadas por fisioterapeutas para ajudar bailarinos a se recuperarem rapidamente quando sofrem alguma lesão. Mas mesmo sem se machucar, bailarinos tem utilizado as vantagens da Theraband e dedicado um pequeno tempo diário para "afinar o instrumento" e prevenir lesões. As vantagens da Theraband são que ela é portátil (pode ser facilmente levada na sua bolsa de ballet) e é efetiva quando utilizada apropriadamente.
Aqui há três bons exercícios para os seus pés. Você vai precisar de uma faixa elástica, que pode ser encontrada em algumas lojas de artigos de dança, médicos ou esportivos. A Theraband tem diversos níveis de resistência. Para iniciantes, pode ser usada a verde ou vermelha, e, para mais avançados, a azul ou preta. Lembre-se que você ganha mais fazendo poucas repetições lentas e conscientes do que várias rápidas e de qualquer maneira. Algumas coisas a serem observadas:
- Faça cada exercício em ambas as pernas por volta de 10 repetições ao dia. Aumente a frequência e o número de repetições conforme você for ganhando força
- Esteja sempre atento ao alinhamento do seu tornozelo.
Lembre-se que, se você sentir alguma dor indevida, deve parar imediatamente. Você pode estar forçando demais ou piorando uma lesão antiga. Dê uma pausa e tente de novo mais tarde. Consulte um fisioterapeuta se o problema persistir.

Flexionar e esticar

Trabalha com os estabilizadores do tornozelo, reforça o arco e dedos do pé, estica o tendão de Aquiles.

    1. Sente-se com as suas pernas paralelas esticadas à sua frente. Posicione a Theraband embaixo dos dedos dos seus pés.
    2. Comece com o seu pé flexionado. Retire a folga e deixe a faixa paralela às suas pernas. Mantenha a tensão constante deixando os seus braços em uma posição firme.
    3. Lentamente, estique o seu pé até a posição de ponta. Segure por 3 tempos e volte a posição inicial. Repita.

Flexionar e relaxar

Trabalha os estabilizadores do tornozelo, fortalece os músculos flexores do tornozelo, ajuda a prevenir dores nas canelas.
    1. Comece com o seu pé relaxado. Tire a folga e mantenha a faixa no mesmo plano horizontal do seu pé (se você segurá-la acima do seu pé, vai acabar o entortando para dentro). Mantenha a tensão constante deixando os seus braços em uma posição firme.
    2. Lentamente flexione o tornozelo. Segure por 3 tempos e volte a posição inicial. Repita.

Contração dos dedos

Trabalha o arco e flexores do pé, ajuda a evitar a fascite plantar. Pode ser feito sentado ou em pé.

  1. Coloque a Theraband esticada embaixo e ao longo do seu pé. Comece com o pé relaxado. Depois alongue os seus dedos mantendo o resto do seu pé sobre a faixa.
  2. Contraia os seus dedos tentando segurar uma parte da faixa embaixo do seu pé. Segure por 3 tempos e volte à posição inicial. Tente pegar um pedaço maior da faixa a cada repetição.

Siga as orientações acima e espere de 6 a 8 semanas para começar a sentir a diferença. Mantenha o que você conseguiu, fazendo os exercícios pelo menos 3 vezes por semana.

Esse vídeo também mostra alguns exercícíos:


sábado, 31 de outubro de 2009

Bailarinos e preconceitos

Como nunca dediquei nenhum post especificamente aos meninos, resolvi falar sobre o tema mais clássico que os envolve: o preconceito. Todos tem conhecimento do preconceito que envolve homens e ballet. Qualquer homem que opte por seguir esse caminho provavelmente vai ser tachado de homossexual em algum momento. Por que? Como qualquer tipo de preconceito, a ignorância é a causa. A grande maioria das pessoas que rotula bailarinos estão num grupo que não tem o mínimo conhecimento a respeito de ballet. Não tem a mínima idéia do papel que o bailarino exerce. O ballet é, muitas vezes, visto como delicado e feminino; porém, o homem exerce um papel totalmente diferente do das meninas, o qual exige até mesmo muita força física. Óbvio que existem bailarinos homossexuais (assim como existe em qualquer profissão), mas existem heterossexuais que devem ser respeitados, afinal, não existe nenhuma relação direta entre uma coisa e outra. Se a dança, hoje em dia, ainda tem um número de homens muito reduzido em relação ao número de mulheres, o preconceito (que muitas vezes vem até da própria família) certamente é a causa principal. Por que? Até quando?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Dicas gerais

A página que estou postando hoje é parte de uma monografia que encontrei que aborda a relação entre ballet e fisioterapia. Achei que valia a pena postar por ter várias informações gerais que possivelmente devem ajudar a iniciantes, como posições de braços, pernas, mãos, cabeça, descrição de passos básicos etc., além de coisas mais técnicas como a mecânica do ballet. Clique aqui para ver.

sábado, 10 de outubro de 2009

Tendinite

Idéias para posts podem vir nas mais diferentes ocasiões. A minha para este veio ao ouvir o médico dizer que eu estou com tendinite no pé. Em tempo de ensaios e mais ensaios, espetáculo e festival chegando, nada mais inconveniente. Mas, pelo menos, a idéia para o post:

Tendinite é a inflamação que acontece nos tendões. Essa inflamação pode ter duas causas. A primeira são esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. Essa primeira causa é bem freqüente nas tendinites do ballet... A segunda causa é a desidratação: quando os músculos e tendões não estão suficientemente drenados devido à uma alimentação incorreta e toxinas no organismo, pode ocorrer uma tendinite. A tendinite se manifesta inicialmente com dores e muitas vezes com a incapacidade da pessoa em realizar certos movimentos. A pessoa pode sentir dores ao subir ou descer escadas, caminhar, dobrar os joelhos, entre outras posturas ou movimentos. Inicialmente, a tendinite pode ser confundida com artrite reumatóide. Portanto, há a necessidade de um bom médico para diagnosticar corretamente o problema. Dependendo da natureza e do grau de severidade da lesão, as formas de tratamento vão desde a indicação de anti-inflamatórios até a imobilização do membro afetado (por exemplo, tala ou engessamento). Em primeiro lugar, porém, é preciso repouso. Após um certo período, a pessoa é aconselhada a fazer fisioterapia, para acelerar o processo de cura. Uma das técnicas indicadas para a tendinite é a crioterapia, aplicação de bandagens a temperaturas muito baixas ou bolsas de gelo. Massagens também são indicadas como auxiliares no tratamento. A aplicação local de corticóides é apenas indicada dos casos mais graves.No caso de tendinite de origem química, os médicos indicam uma dieta alimentar especial, para prevenir a desidratação que pode resultar na pouca ou nenhuma lubrificação dos tendões e conseqüente no agravamento da doença. Essa dieta exige a retirada de alimentos ácidos e graxos, incluindo-se a manteiga e o chocolate e as frutas ácidas. Se a tendinite não for tratada em tempo ou da maneira adequada, ou mesmo se a fisioterapia não for feitadurante o período necessário, pode haver seqüelas. A pessoa não tratada pode sofrer uma ruptura do tendão após umperíodo de inflamação mal cuidado. Pode continuar com as dores e se tornar incapaz para o trabalho. Por isso, é importante seguir todos os passos indicados pelo médico para um pronto restabelecimento. Para prevenir a tendinite, não se deve expor-se a grandes períodos ininterruptos de exercício. Uma parada, uma pausa por alguns minutos pode significar um ganho em termos de continuidade em médio e longo prazo. Outra coisa para prevenir a tendinite é ter uma alimentação balanceada, evitando a tendinite química. Por último, vale lembrar que os casos mal curados podem acabar necessitando de cirurgia. Vale a pena, portanto, se preocupar com a prevenção, onde os gastos e o desgaste emocional são muito menores.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ser ou não ser bailarina, eis a questão

Esse post foge um pouco do padrão de textos desse blog. Não é uma dica, nem uma curiosidade, nem nada do gênero. É um desabafo meu como bailarina, e acredito que algumas de vocês irão se identificar (e outras, provavelmente, irão discordar).

Nos últimos dias (ou semanas ou meses) comecei a notar que eu simplesmente... cansei de ballet. Mas... e aí? Não que eu eu não ame, eu amo, mas eu cansei. Não vejo mais tanta graça em fazer coque, nem tanta beleza em meia calça, nem poesia na dor. Não acho mais as dificuldades estimulantes, e se tem uma coisa faltando é estímulo. O problema é largar tudo, é nunca mais calçar uma sapatilha de ponta e amarrar a fita de cetim, nunca mais vestir uma meia calça e se sentir meio boneca, nunca mais andar na rua de coque e ser olhada meio torto, nunca mais adorar encontrar coisas de ballet pra vender, nunca mais ir experimentar a roupa, nunca mais vestir um tutu maravilhoso e se sentir princesa, nunca mais dizer "Eu sou bailarina". Como largar aquilo pelo que eu mais sou conhecida? Não ser mais a bailarina da turma, nem a bailarina da família, nem a bailarina de si mesma. E o que fazer com o meu quarto lotado de coisas de ballet? O problema de largar o ballet não é largar o ballet. É largar o ser bailarina. Porque, infelizmente, não dá pra ser bailarina sem estar todos os dias se matando nas aulas, se acabando em ensaios intermináveis, estragando o cabelo em coques, passando por mil crises e estando sempre com dor. Infelizmente não dá pra simplesmente calçar a sapatilha de ponta, usar um tutu bandeja quando tiver vontade, e dizer que é bailarina quando bem entender. Infelizmente eu não nasci pra ballet. Mas tenho certeza que nasci pra querer ser bailarina. E disso, não sei se felizmente ou infelizmente, eu não consigo cansar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

1, 2, 3, 4, dobro a perna e dou um salto!

Saltos... Um dos passos mais bonitos do ballet. Durante os saltos, a platéia tem a impressão de ver a bailarina criar asas e deslizar no ar sobre o palco. Porém, quando se é a bailarina em questão, a coisa não é tão mágica assim. Há várias coisas a serem observadas durante os saltos para que eles sejam executados com perfeição. Grand Jeté, Jeté Passe, Grand Pas de Chat, Saut D'ange... Qual a diferença entre eles?

Passo-a-passo para melhorar os saltos nas aulas e apresentações:

Passo 1: Se aquecer com cuidado é um fator chave para melhorar a altura e qualidade de seus saltos. Quando você está na aula de ballet, já concluiu os exercícios de barra e outras sequências que aquecem o corpo para as grandes sequências de salto, que normalmente são feitos no final da aula por requerirem muita energia e resistência. Estando na aula ou treinando por conta própria, certifique-se de que seus músculos estão aquecidos e alongados antes de praticar saltos, a fim de reduzir o risco de lesões.

Passo 2: Usar o plié é importante para conseguir altura em seus saltos. Seja dando alguns passos ou realizando outro movimento antes do salto, faça um plié profundo antes de começar a saltar. Dependendo do tipo de salto a ser executado, você terá de descobrir a melhor forma de utilizar o plié coordenado com os passos que você faz antes de executar o salto.

Passo 3: Alongue seus pés e estique seus joelhos ao máximo. Suas pernas, que trabalham ativamente durante o salto, possibilitam melhorar a altura e tornar o salto visualmente melhor.

Passo 4: Utilize o plié mais uma vez quando preparar para a aterrisagem. Bailarinos que descem de um salto com joelhos travados correm o risco de se lesionar. Acabe o salto no plié mais profundo que você puder e a combinação permitir.

Passo 5: Seus braços também são importantes para melhorar seus saltos. Eles devem estar firmes e alongados. Durante um salto, deixe todos os seus membros alongados o máximo possível. Fazendo isso, você vai aumentar a altura dos seus saltos e a distância que você consegue saltar.


Diferenças entre os saltos

Grand jeté
É comumente utilizado se locomovendo para frente, e geralmente consiste numa abertura total das pernas no ar. A perna da frente arrasta esticada, ao invés de se realizar um developpé. A perna de trás segue fazendo a abertura no ar. Pode ser executado en avant (para frente), à la second (ao lado), en arrière (para trás), e en tournant (girando en dedans). O bailarino deve pensar em abrir ao máximo e com força as pernas, com o peso jogado para frente, dando a aparência de estar deslizando.

Jeté passe, Grand Pas de Chat ou Saut D'ange
Todos consistem no mesmo passo. São um salto similar ao grand jeté, porém, ao invés de levar a perna da frente já esticada, ela se abre à frente com um developpé. A perna de trás pode estar esticada ou em attitude.







"Pense uma coisa bem boa... e num instante você voa!"

domingo, 12 de julho de 2009

Perfeccionismo

Muitas vezes o perfeccionismo, algo comum na vida de bailarinos, torna-se extremo e acaba sendo prejudicial. É importante que uma bailarina seja perfeccionista, já que muito do que fazemos se baseia em se aperfeiçoar cada vez mais. Mas quando isso se torna neurótico, pode causar problemas psicológicos e até mesmo fazer com que você perca seu amor pela dança. O perfeccionismo exagerado caracteriza-se pela constante necessidade de aprovação, pelo foco nos erros ao invés das conquistas. Enquanto o perfeccionista saudável sabe que existem altos e baixos e busca nos erros um jeito de melhorar, o neurótico acredita que só existe sucesso ou fracasso, e possui padrões tão altos que é quase impossível que atinja sua visão de sucesso. Ele tende a dar importância demais ao produto final, sem enxergar o valor do esforço e do processo de realização. Caso você se identifique com isso, aqui vão algumas dicas:

- Imagine que você é o seu melhor amigo. Se o seu melhor amigo fosse falar com você sobre o quanto ele se sente mal sobre si mesmo, você não ia lhe dizer que ele é um completo perdedor! Você iria lhe mostrar seus pontos fortes e enxergar com a razão os motivos que levaram ele a se sentir desse modo.

- Quando você perceber que está tendo um pensamento negativo, interrompa-o o mais rápido possível. Depois, repense a situação buscando no erro uma oportunidade de aprendizado.

- Pense sobre o que você tem dito a si mesmo. Você fica o tempo todo pensando como não tem potencial ou fica orgulhoso de fazer bem um passo? Sempre existem coisas boas e ruins a serem observadas, e enxergar apenas as ruins não te leva a lugar nenhum além de se sentir mal consigo mesmo.

Ninguém gosta de conviver com pessoas que só sabem se criticar e têm uma visão negativa de tudo. Aceite as suas imperfeições e trabalhe duro no que você pode melhorar. E lembre-se: você é aquilo que você pensa!

domingo, 7 de junho de 2009

"(...)
Quando ela dança, às vezes o passado se une ao futuro,
E tudo que importa é o momento presente, que parece abranger todos os tempos.
Cada passo torna-se uma rede, na qual captura sua vida,
E a ilumina para que os outros possam ver,
Depois a deixa ir, como um sonho.
É verdade que, geralmente, quando ela dança,
Ela mostra cada parte de sua história
Mas outras vezes, quando ela dança,
Sua história desaparece.
Ela é qualquer pessoa que queira ser quando dança.
(...)"

terça-feira, 26 de maio de 2009

Fouettés italianos

Primeiramente, me desculpem pelo loooongo tempo sem postar! Pra compensar, hoje eu vou postar um texto GIGANTE, que tive muito trabalho para traduzir e adaptar de um site em inglês, mas achei que valia a pena por ser muito interessante. Tenham um pouquinho de paciência pra ler e desfrutem!

Dominar fouettés italianos consecutivos pode parecer um desafio monumental, mas toda bailarina que almeja o papel principal em clássicos como Paquita sabe que deve vencer esta difícil etapa. Seguem alguns conselhos sobre como realizar fouettés italianos com confiança.
Fouettés italianos começam com um relevé développé écarté devant, seguido por uma passagem através da primeira posição virando para a diagonal de trás e um fouetté para trás parando em atitude croisé.
Não se assuste com o passo só por parecer complicado, é basicamente uma questão de juntar os passos que você já conhece.
Para praticar os fundamentos, você pode treinar uma parte da sequência na barra. Inicie em plié sobre o pé esquerdo com o pé direito estendido devant, mão esquerda sobre a barra, e depois gire 180 graus passando a perna para attitude, recuperando a barra com a mão direita. Uma vez que você se sinta confortável executando o passo sem depender muito da barra, avance para o centro.
É recomendado, também, praticar releves consecutivos no centro, em um pé, para construir a força necessária para vários fouettés. Experimente diferentes posições, de coupé para arabesque, sempre mantendo o apoio no seu eixo. Também pode ser útil começar trabalhando o passo em meia ponta antes de tentar na ponta
Os relevés em écarté e em attitude atrás podem ser a formulação de partes de um fouetté italiano, mas é preciso prestar atenção à ligação entre os passos.

No que é necessário prestar atenção durante a execução do passo:
-A passagem pela primeira posição após o developpé, com ambas as pernas, em demi-plié e quadril alinhado.
-Não deixar cair as costas durante as transições, tornando mais difícil voltar para a ponta no próximo relevé. Manter a energia do corpo levantado, mesmo em plié.
-Completar cada rotação antes de avançar para a próxima. É necessário dar a volta inteira, até o término em um belo attitude croisé. Não fazer isso torna mais difícil iniciar o próximo relevé, além de criar uma imagem esteticamente ruim para a platéia.
-Focar na perna de base, não apenas na perna que está sendo trabalhada. Quando você faz o fouetté attitude, você também deve girar o interior da coxa na perna de base para sustentar a posição. Certifique-se de sua coxa de base está en dehors e se o seu calcanhar está girando durante cada relevé.
-Manter o movimento suave. O port de bras deve estar coordenardo com as pernas, tronco e pés, de forma que os braços complementem e auxiliem o passo. Além disso, certifique-se de girar os ombros com cada fouetté. Há uma tendência, de quando o passo vira à esquerda, por exemplo, o ombro direito ficar para trás.

Como acontece com qualquer passo difícil, realizar fouettés italianos é, em parte, cerca de acreditar em si mesmo e transpassar barreiras psicológicas. Perca o medo. Domine-os e aprecie-os. Trabalhe praticando insistentemente para ambos os lados, não apenas para o lado da sua melhor perna.
Além disso, não desanime se você não pode executar 32 seguidos imediatamente! Comece com apenas algumas repetições até que você possa criar força para fazer mais. Este é um passo avançado que exige consciência, força e coordenação. A dança é cheia de desafios, e isto é algo interessante. Ataque-os com esperteza, entusiasmo e determinação.
(tradução e adaptação do site http://www.dancespirit.com/articles/830)